sexta-feira, 1 de março de 2013

"Desde a concepção, fui condenado a uma decisão: Ser quem eu realmente sou ou ser quem a sociedade acha que eu devo ser? "


Analisando as matérias que me rodeiam, as pessoas com quem vivo e convivo, aquelas que observo de longe - mas com olhar singular para análise - digo que muitas coisas há por trás dessa multidão que ainda não foram desbravadas. Vivemos em um mundo que ao nascermos já nos deparamos com inúmeras exclamações, seja elas um positivo SIM, ou um negativo NÃO. Cada um sendo formulado a maneira e critério dos seus pais ou dos seus criadores responsáveis. Neste momento, o livre-arbítrio não se faz concreto, e se ausenta automaticamente o poder de expressão, em casos até de indagações. Moldados assim, ao crescermos, temos uma ditadura já feita e construída em nosso EU interior, sendo assim mascarados e disfarçados de forma involuntária. Sejam ditaduras em relação ao pudor, ás religiões que são passadas 'hereditariamente' pelos nossos avós, pais... Sejam formas de condutas, formações acadêmicas, status em sociedade ou posição de um ranking de sucesso empresarial. Que seja... que despeja. Onde está a democracia, a liberdade de vivência, de viver da forma no qual achamos mais relevante para a tal felicidade tão procurada? Aos poucos vai se constituindo uma sociedade triste, despida de realizações que as fariam definitivamente mais fortes em relações profissionais, emocionais e amorosas. Sociedade doente, ansiosa, depressiva... Várias gerações assim sendo perdidas, sem destaques, sem brilho, sem AMOR próprio. Umas pessoas até - umas exceções – são salvas por terem um arbítrio mais aguçado, sem explicações palpáveis, mas vieram já com um timbre maior, para poder fazer suas escolhas de forma objetiva e exata. Nesse universo que conspira em torno de números, devemos contar mais, com certeza! Mas, contar e levar adiante o que nós realmente temos vontade e sentimento para se fazer presente ao longo das nossas vidas. Que possamos viver da maneira desejada, e que aqueles que se prendem ao sistema, que possam se libertar por inteiro para viver o que realmente é a vida. O QUE É A VIDA? Só você por você mesmo poderá dizer. Cada um com sua singularidade e particularidade. É isso que é legal!
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Estou colecionando finais de semana em casa. Eu? Achando ruim é? Estou nada. Curtindo a casinha e a mãezinha!!!.

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