sexta-feira, 28 de novembro de 2014

"Writing My Life" Parte II

"Depois de pensar muito sobre o assunto, hoje (ou ontem, sei lá!), resolvi iniciar a série "Writing My Life" (nem sei porque diabos escolhi escrever o termo em inglês, justo eu que odeio ficar fazendo apologias!)"

Fé + família + amigos = vida

Hoje, depois de uma auto-análise, resolvi escrever um pouquinho sobre a minha vida. Posso adiantar que o maior desafio de minha vida foi mudar de cidade e mesmo achando que não ia durar nem um mês ainda estou aqui, longe de minha família, dos meus velhos amigos e de tantas outras pessoas que eu gosto tanto. Mas esta decisão me permitiu conhecer outras tantas pessoas maravilhosas que hoje já possuem um cantinho especial em meu coração.
[...]
Já fui empacotador, técnico em informática, consultor de vendas internas e externas, pintor, blogueiro, escrevi um livro que ainda não acabei de ler. Já quis ser um gato, um artista de rua, um canguru, já fiz tatuagens em mim mesmo, já fui hippie e já fritei meus poucos neurônios com drogas psicodélicas poderosas, e sempre quis ir morar na Índia. Já chorei dias e noites sem cessar, vomitei em ambulâncias, tomei overdoses de ansiolíticos, não quis casar com uma pessoa que me amava em segredo. Tentei a carreira de artesão, desenhista e até usei cosplay do Naruto modo sennin pra tentar matar meu inimigo interior. Já tive a grande realização de ter um filho, mesmo que a mãe não saiba que é meu, e já plantei uma ameixeira que já está dando frutos. Mas no meio de tantas escolhas e caminhos na minha vida, o que mais me encantou e motivou foram as pessoas maravilhosas que encontrei em minhas estradas da vida. Umas bem pertinho, as quais abraço todos os dias, outras bem longe, as quais desejo um dia as encontrar e tomar um bom vinho numa tarde nostálgica e conversar sobre a vida. Obrigado a todos que não me deixaram desistir da minha caminhada até aqui. Mesmo sendo um pouco bipolar, com alta tendência depressiva e esquizofrênica, consigo lidar muito bem com meu monstro interior e às vezes fazemos as pazes e tomamos um chá das 'quatroivinte'! E mesmo não tendo feito muita coisa me sinto extremamente realizado!
Obrigado.

(PS: ainda continuo perdido em mim mesmo sem ao menos descobrir o que sou ou o que quero.)

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