domingo, 22 de maio de 2016

5 mitos sobre os gatos

O gato é um animal muito mal compreendido. Aqui estão os top 5 mitos sobre os gatos que a maioria das pessoas ainda acredita ser verdadeiro:

Gatos podem ver no escuro!
Um gato tem pupilas verticais que se expandem para deixá-lo ver na escuridão. Ele tem cerca de 30 bigodes, que ajudam a encontrar o caminho de volta à noite, mesmo em ambientes estranhos. Mas ele não é dotado de visão especial que pode permitir-lhe ver na escuridão absoluta.



Os gatos tem técnicas especiais para sempre cair sobre as patas!
Algumas pessoas, acreditando nesta bobagem do folclore, em que gatos sobrevivem á queda de alturas, pegam um gato e jogam pela janela, apenas para provar que é verdade. Mas é a idéia  mais "loucamente" falsa. Geralmente, o pobre gato acaba com as pernas quebradas, ou o pescoço, e é tarde demais para dizer: "Não acredite em tudo que você ouve!"
É verdade que os gatos são os mais ágeis, "elásticos", animais graciosos no mundo, há muito mais tempo do que se imagina. Mas eles também podem derrubar coisas; quebrar lâmpadas ou xícaras; pular e cair de uma cadeira com as costas no chão! Eles podem acabar com os ossos quebrados em pequenas quedas, especialmente quando eles são filhotinhos!

Gatos são covardes!
Os cães são bem conhecidos por seu heroísmo, mas muitas pessoas não sabem que os gatos também têm as suas horas de glória. Por exemplo, já ouvi relato de um gato que que salvou sua família do fogo pulando na cama de seus donos. Tem uma  história de um felino corajoso que arranhou sua dona que dormia profundamente, para salvá-la do fogo, sabendo que a sua dona era surda e  não podia ouvir.
Há muitas histórias de gatos que espantaram répteis venenosos, escorpiões, e insetos perigosos para longe de seus donos.Assisti na TV alguns dias atrás que na Flórida, um pequeno gatinho  salvou a sua dona, alertando para o perigo de uma cobra coral mortal! Lembre-se, o heroísmo não se limita a apenas uma espécie de animal.



Os gatos são estúpidos!


Fisiologicamente, o cérebro de um gato tem uma notável semelhança com a do homem, mais do que qualquer outro animal. Como podemos medir a inteligência de um animal? REGRA: não pode e não deve jogar uma espécie contra a outra. Gatos, por exemplo, ficam entediados com labirintos. Mas costumamos vê-los sair de qualquer espaço fechado!

Eles podem abrir portas, travas elevador, saltar muitas vezes seu próprio comprimento sobre as paredes. Psicólogos notaram que a sua capacidade para escapar de um confinamento é superior à de qualquer outro animal. Além de excelente habilidade e estratégia de perseguir a presa, os gatos têm uma consciência mais aprofundada do tempo. Eles sabem quando é hora de você voltar para casa, e quando é hora de dormir, etc...

Os gatos não tem afetividade (não sentem carinho pelo seu dono)!
A pessoa que pensa que um gato é um animal sem amor, nunca teve um em seu colo. Primeiro, o gato "amassa" delicadamente para fazer do seu colo um ponto tão macio e confortável quanto possível, então se acalma e ronrona. Se ele ronrona alto com suavidade, ele esta demonstrando amor. O carinho de um gato é sempre sutil, como um esfregar nas pernas. Cada gato varia no valor de afeição que ele quer colocar para fora, e nos caminhos que ele deseja mostrar. Mas ele está lá, contanto que você seja receptivo e, por vezes, mesmo se você não é.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Minha mãe me disse antes do soninho

 "-Filho,  a mãe te ama muito. Você vai se tornar um homem maravilhoso. Honesto, educado, honrado, inteligente. Quero que seja um bom homem e que saiba que o que importa para as pessoas é o respeito e  amor incondicional pelas coisas que o cercam. Se quiser ser verdadeiramente amado, respeite a todos sem olhar a sua cor, o seu status social ou orientações e caminhos seguidos pelas suas escolhas. O amor é o maior segredo para o humanidade viver em paz."

Minha mãe dizia isso no meu ouvido quando eu era apenas um bebê. Com as suas palavras e de um jeito simples, mas ela me disse e eu aprendi. Hoje, já homem, tenho medo daqueles pobres coitados que suas mães não lhes contaram este segredo. Daqueles que ainda não sabem fazer o bem. Daqueles que nem mesmo conseguem ser educados ou honestos. Daqueles que dormiram muito rápido bem no momento que suas mães lhes contavam este segredo nos seus ouvidos antes do soninho.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Sou o que eu visto


"Depois que acalmou um pouco a chuva, resolvi dar uma caminhada e ir até o supermercado. Coloquei uma mochila com um guarda-chuva nas costas e saí. Andei pelas ruas da cidade me sentindo sozinho. A sensação de estar só no mundo é assustadora e corrói a alma aos pouquinhos.
  Quando estava no meio do caminho, um carro parou e encostou. O motorista me fez um sinal para chegar mais perto. Olhei para os lados para ter certeza que era eu quem ele chamava. Tirei meu fone de ouvido e me aproximei do carro.
-Viu, véio você mora aqui mesmo nesta cidade?
- Sim, moro.
- Então, eu moro na cidade vizinha e vim aqui procurar uma verdinha. Você por acaso você não vende?
- Verdinha
Sim, eu sabia que era maconha, mas naturalmente fingi que não entendia sobre o que o sujeito estava falando.
- Não sei não moço.
- Pois é, tô a procura faz dias. Lá na minha cidade também está em falta!
- Pois é véio, desculpe não poder ajudar.
- Tranquilo, tranquilo. Eu vou dar umas bandas na cidade ver se acho alguma boca.

  Coloquei meus fones e saí com passos largos em direção ao supermercado. Uma coisa não me saía da cabeça: "O que levou o tal sujeito parar o carro na rua e pedir justamente se eu vendia drogas?
Poderia  haver muitos fatores para eu ser confundido com um traficante? Não. Definitivamente não. Porém, cheguei a conclusão que ele só me parou na rua por um único motivo: "A roupa que eu estava usando naquele momento". Tente imaginar, neste momento, como um traficante se veste. Imaginou? 
Percebi assim, que acabamos sendo o que não somos pela forma que nos vestimos. Garanto que a maioria de vocês entenderam o que quero dizer.

Fica aqui mais um relato - mesmo sabendo que ninguém se importa - e quero apenas reforçar a constatação de que você é logo julgado pela roupa que usa antes mesmo de abrir sua boca para dizer quem realmente é."